quinta-feira, 5 de setembro de 2013

janelas para onde der – 2




ele fechou a única janela. bateu a janela. eu era a vendedora de ameixas secas. ou era eu a minha inteira negação. ele fechou a janela. bateu. deitou as grades nesse nosso espaço sem o tempo da perdição. eu era a ameixa seca ou a mais abestalhada negação. daí por diante, era me abrolhar. era me abrolhar e buscar no mapa enxovalhado uma mancha que gritasse num azul, assim:













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(outra vez, muito obrigada pela oportunidade, Pipol!)



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