sábado, 24 de agosto de 2013

janelas para onde der - 1










uma que dava para o moinho. Isabela olhava de manhã, o moinho parado, de tardinha um naco de vento e o moinho ia. voltava de manhã pra ficar parado. e Isabela comia, triturava maçãs, santinhas as mastigaduras dela, rabo de sardinha, a borrachinha do lápis. tinha um tanto de raiva do moinho. no mais, Isabela era calma e comia. tinha hora de rezar, mas comia.




Um comentário:

  1. Acabei de ler toda a página em larcavodica, e assim, vou lhe percorrendo e me escorrendo...

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