domingo, 30 de dezembro de 2012

NONINA, ESSE MEU ESTADO, ESSA MINHA CIDADE – a cidade natal das outras





aiaiai, sorriso dos piratas de Uberaba, seus papagaios na névoa desse imenso campo de algodões em flor, Carolina, Kika da Tia Mônica ao piano o piano que corre a casa, esta embarcação à névoa dos cafés dançantes, teu pai a fazer mingau de café com chocolate, tua irmã, porquinho róseo, menina-pêssego vestindo-se de capacete devido a névoa que dança com Fabrício, Sandra e Sandra que escapa e ressurge na névoa de todas as manhãs, Iara!, Iara quem nem me viu, mas a vejo todos os dias, os dias que passo em Uberaba e as horas em que Uberaba passa por mim, ou seja, Iara, Iara que inda me ajuda a viver o verdadeiro sentido do paralelepípedo na ladeira cantada em alguma canção e Iara, a quem sempre vejo a dançar vestida de névoa e sabe que me custa tanto, quase nada, um picolé de milho e porque é tão legítimo o custo de se viver, Koch e Leandro, uai, sorriso das névoas na tua cidade, Carolina, tudo assim, sob-sobre a névoa e tudo que é gente nas janelas de portar emoldurando gentes lindas, sô, tudim, tudim e cabe mais, cabe mais, pois que se repete, e se repete que é bão, cabe mais, cabe mais e pergunta pra barriga da Priscila procê vê!






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