terça-feira, 9 de outubro de 2012

Nichos/ Cor de burro quando Roxa?




não descansa
vívida, a cor
inda amar a mentalidade da cor
em poltronas de vinil
no ar desse teu sorriso vil 
papal
no tango das mãos por sobre

ah,
encontro a cor
entre escombros de luz
no que quase preto
no ouro do que preto
e faço com que me rasgue o mole

com o rosto nos dentes da cor
friso
arrebatada e existida;
  quero ser título
  de tripas e fios da carne
  terrível e roxa, roxa, roxa






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