sexta-feira, 6 de julho de 2012

Nichos/ The Discharge Play/ rubrica - III



Some kiss may cloud my memory
And other arms may hold a thrill
But please do nothing till you hear it from me
And you never will!

 Duke Ellington (1943)




   (Koko posta-se a andar sobre tezes ressequidas. Que agora é dança de pequeníssimos vivídos rabos de teiús fugidios dum todo mundo homem, que são já corcundas e peladas árvores, kotos, meninos e homens e cetins e Koko não tem do mais de antes, a branca vaidade transitória. É hora de rir-se sob a condição animada do fogo no pedaço da ilustração dum cartaz americano dado a japonês: pobre a fria mariposa, bêbado o koan com asas abraçadas ao vidro da lamparina em chamas feito rato em chamas a mordiscar a loura cabeleira dama feito ilustre roedora dama feito fria a mariposa em chamas)




Koko – Lembra-te Koko, do toque da seda sob as ilustres chamas proferindo as bocas dos dragões no pescoço alegre de imootosan na cozinha a brincar com pedrinhas do magro leito ao lado. Lembra-te e deixa-te lembrar. Lembra-se, ao lado, as pedras, o toque. Lembra-me, lembra-te Koko, a de ferir olhos dos peixinhos corajosamente mortos.




















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