sexta-feira, 4 de maio de 2012

NICHOSDABESTIAGEM/ desossa! desossa!


PARA ME SABER A MAR
ANTES
A OPÔR-SE, A FAZER-SE EM MIM
EM EMBARCAR,
SABER-ME, AMAR INDA AMAR.
ASSIM OU BEM COMO DESEJAR.
CAVALINHA VIRIL, ÉGUAZINHA DE SAAR.
EM ME SABERES A MARÉS
EMBARQUES JÁ
DOS LEVES CASCOS DITOS PÉS.
TRAGAS:
MALAS DE AÇÚCAR, ORNAMENTOS SELADORES FEITO AÇÚCAR,
LATAS E LATINHAS DE ASPARGOS,
UMA OU DEZ DUMAS
ALCACHOFRAS A MADURAR.
CASO QUEIRAS DO AFUNDO A SABERES A AMAR
PARTA A ÚLTIMA ALCACHOFRA NUM SÓ ARFAR
PARTA-A AO MEIO STO., O QUE PULSARÁ, A UM INGÊNUO SETEMBRO,
UM QUE STO. A ULTRAMAR.
ENTÃO COMA
COMA COMO ME SABENDO A CORAÇÃO EM FLOR LUNAR
COMO
 NUM SABER-NOS A PERDER-NOS DOS NÓS
TENDO DE TODO PRONTO O AR
FEITO TORTOS POTROS A NADAR
FEITO AMOR DE ÉGUA A SABER-SE DO MATAR-SE A VÔO
NESSE NOSSO TORVELINHO A PENAR.











3 comentários:

  1. Hm. Às vezes tenho saudade da Carolina.
    Beijo, Carlinha!

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  2. Estranheza que fascina passeia pelo seu poema.
    beijoss :)

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