segunda-feira, 9 de abril de 2012

NICHOSDABESTIAGEM/ do frango; asas ou orelhas?




MEU TODO ENCRUZILHADO
 DE VEIAS
 DE NERVOS
INDA MINHAS MÃOS DE TANTO QUERER
 ESVAECIDAS
 MESCLADAS NADA...
AMOR,
 EM ESTAR
 A MODOS DE ANDORINHA
ESTAR
 DUM TANTO
 CHEGAREI
A TRILHOS E TRENS
E LONGITUDES ALÉM
DONDE A PARTIDA
A UNS NÓS SEREI
   BARULHO SEM ASAS
   MARULHOS DE NINGUÉM

(pois que é de canônica preguiça o verão de que sei)

3 comentários:

  1. teia orgânica a urdir corpos - tanto nos enganaram quando nos disseram que éramos senhores de nós mesmos...
    nós e os nós... a queda faz-se com estrépito, até por não termos asas.

    beijo, carla de tantas das minhas inquietações!

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  2. Asas, teu poema me bate nas asas, se é que ainda as tenho
    parabéns

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