terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

PARLATÓRIO/ A Escultura, O Escultor – encomenda n°9


Uma que, Aldo, uma que nunca indique do fio da travessia horrenda, uma que não aponte a afiadíssima linha interrompida a ferro e uma, Aldo, uma que de maneira alguma despenteie o maciço bosque das cortinas e entregalhos dos olhos, dos laços verbais e dos cachos ceifados a punho de berço. Uma sem nome, uma perdida às dimensões do golpe, uma de feições lançadas aos improvisados muros dum resto. E ALDO PENSA EM BARRO, MAS TAMBÉM PENSA QUE JAMAIS DIRÁ MACIÇO OU PUNHAL DE BERÇO.





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