terça-feira, 24 de janeiro de 2012

PARLATÓRIO/ A Escultura, O Escultor – encomenda n°5



I poeti lavorano di notte
quando il tempo non urge su di loro,
quando tace il rumore della folla
e termina il linciaggio delle ore.
Alda Merini       



Um haver de rochas mais calmas.
Há também das escrituras debatendo-se, bem antes do lápis, nas nervuras da celulose, há dos poemas que nascem e morrem nas tesourinhas das traças.
Dizer que o escultor é o tradutor da pedra... Quando aqui instalei do Tempo, Aldo,
 a certeza era inscrição e musgo de me saber.

3 comentários:

  1. e a pedra do escultor, que dos paradoxos a gente não escapa...
    beijoss

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  2. Lindo poema. Bom ler estas palavras logo de manhã. Um haver de rochas mais calmas, as palavras, depois das lavas, depois do fogo derretido.

    Beijo

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  3. ser pedra sem tradução. há direitos que ainda nos assistem?
    beijo!

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