sexta-feira, 29 de julho de 2011

Nichos/ Um Bordado Assim e Assim



deito-te sobre o caderno de sonhos
vejo um teu medo passado
próximo da respiração de medo ofegante, digo, de medo e que dizer-te com medo, ofega ao mundo que vejo, um terrível instante,
donde a concórdia? donde a concórdia, meu bem? Estou a plena borda do dia do nicho a nascer morrendo desse medo.


3 comentários:

  1. Medo ofegante, seria angústia? Deito-me sobre um alicerce movediço de palavras e isso me angustia...a ambiguidade das palavras que me fodem, escrevi sobre isso ontem

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  2. Do medo que gera dúvida, do que impulsiona. O frio no ventre tem sempre desses múltiplos artifícios.

    Adorei, que sensibilidade, Carlinha!

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  3. Que medo é este, uma conjugação do que se ausentou

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