sexta-feira, 22 de julho de 2011

Nichos/ Fotossintático, Amor




entra o ar pela narina que te abraça;a direita. direita narina, narina, essa que te finge um bom dormir já que vence-vence um me sonhar, sonda-me. sonhando-te em modos de realidade de milho, narina esquerda, pinta em plena palma, calma, Fernando, calma, goiabada, nichos dessa terra tua e da ordem dos narizes tão pungentes que teimam, que teima a vida através dum trem de monóxido de carbono, viaja, viaja e eu te amo tanto que dorme, durma, meu amor, lento nariz de flor, trem, um trem que (quando entra o ar. entra como se entrasse assim. narina e pinta. como se eu sorteasse a vida e a viola ao que segue desenhando-me teu ar.)

                            




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