sexta-feira, 20 de maio de 2011

Nichos/ Acatar





Seja eu toda a memória quando for a hora e inda que noutro meio, aquoso, irritantemente límpido de ti, fora da gravidade que és, seja eu toda e só essa minha seca e penada memória do teu Mais estertor.
Falo da impermeabilidade nas asas dos anjos e nas dos patos, meu amor.







5 comentários:

  1. gosto tanto dessa tua fluidez, dessa dança.

    ResponderExcluir
  2. oi, cherrydos poucos, porém tão tantos...


    estou em fase de me desgraçar com essa coisa de pacificar a letragem aqui com o que quero...inda não cheguei num comuna acordado enfim...enfim...a coisa vai mesmo ficar mudando...
    portanto, NÃO É A PINGA!

    ResponderExcluir
  3. EXCELENTE, Carla!

    Uma dança entre você, anjos e asas.

    Beijos

    Mirze

    ResponderExcluir
  4. Em se tratando de matéria aquosa,
    bóio;
    etérea,
    vivo.

    ResponderExcluir
  5. Lindo demais, para mim posso dizer impecável até meus ombros ficaram mais leves ao te ler.Parabéns.

    ResponderExcluir