sábado, 16 de abril de 2011

Nichos/ Portal Incidental




No desenho, no canto da folha daquele caderno de matemática da menininha mais ao norte desse Brasil de Deus, entre tortos números, entre mais subtrações que adições, entre florinhas do xiquexique, ao lado da janela da casinha de taipa, entre o varal de carnes e o aleijado vento, um olho, explícito, expiando o debutar do cangaceiro dia já pedindo o poente acadernar.

ARRIÉGUA, MÃINHA! DEUS É O CICLOPE BÓDI EXPIATÓRIO, É?

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