quarta-feira, 20 de abril de 2011

Nichos/ Nós, Sob Um Ancestral Ponto de Vista Estrangeiro, Esse Nicho, Esse Bicho no Olhar


É o nicho um dessa uma fábula. É Velho o nicho e é antiga nossa, a uma fábula. É bengala e berço e fábula de ninar, é o Velho com um todo antigo toque. É novo e quando, é toque. É a fenda a qualquer hora lida no olho do gato, a qualquer Tempo, o Tempo a ronronar as horas, as lidas, o lidar do Tempo. Idoso-dócil-gentil. Perspicaz. É o Velho no caminho e sola e palma aos nasceres, é Velho o úmido do hábito, esse de nascer, nosso o de voltar, é morno. É a Casa velha onde moramos o Tempo, onde hospedamos voltas. É, portanto, a Velha Casa do Velho Tempo, é o nicho e é o Portanto a Casa do Tempo. É o Velho, minha velha. É o caduco proveitoso do Tempo que em mim eterniza essa velhinha, Nossa Senhorinha tricotando sapatinhos para a fábula, que de fenda em fenda, vem. É o novelo no olho gatuno. É o Tempo em nós. Somos nós na linha daquele Velho do Tempo, aquele ali, movendo as damas no tabuleiro, aquele na varanda das vindas, aquele a rir de nós e nós, velhacas damas, extraditando ao nicho essas fabulosas risadas ancestrais. Essas.



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