sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Nichos/ Antiquário Fluxo Estremar






MINHA RISADA FROUXA
MINHA BOCA OUTRORA
CORRENDO TEU CORPO ATÉ ONDE AGORA?
ATÉ ONDE E QUANTO FOR DO CORPO DESSE AGORA

ATÉ A CORRENTE ALMA DESSE TUDO ETERNO BEIJO ALEGRE À FORA



6 comentários:

  1. Até esta hora
    o que nasce é vigília e mato
    o que percorre é boca e corpo
    estes não nascem
    o que cresce é enxame e viço
    o que afrouxa é a coisa que espera
    esta enverga e pare
    o nome da coisa ser teu
    antes da coisa
    (um já teu prelúdio
    em séculos de sua composição)

    ainda passarinhos e encostas
    a nascer
    aqui percorres
    até esta hora.

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  2. risadas e bocas que se fazem para nos trazer coisas santas

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  3. não te quero senão porquê te quero...

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  4. o agora pelas frestas escuras de um tempo que o deita fora.
    para quê esperar pela primavera do corpo?
    beijos!

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  5. sorrisos vagos pelas frestas do tempo
    bj

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  6. Obrigada pela sua passagem no meu passosdailha.O post não era para assustar. Resolvi explicar... Mas não sou só eu que falo de morte. Porque não, se da vida faz parte?
    Gostei deste blogue. Das fotos, das parcas palavras que podem querer dizer tudo. Virei cá mais vezes.
    Bom fim de semana

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