sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Nichos/ Santos Funcionários




Esperança caindo da ponta do dedo
 de cada pessoa.
Subterfúgio pelo qual aguardamos...
Uma conjetura,
 um cristal duro e feio,
 uma razão quebradiça.
                                  ESPERANÇA
Escrevemos esse nome na igreja, a Apostolada mãe dos Nichos,
 barroca lavanderia de esperanças e outras tábuas salva-vidas.
E deixamos o nome e a coisa lá.
A gasta esperança.  Não a levamos conosco.
Devolvemos à fonte e, vez ou outra, voltamos para busca-la, limpa e nova e, quando não, brilhante!



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